Trabalho com representação de embalagens descartáveis, Produtos panificação, higiene e Limpeza. Atendo todos os tipos de clientes. Tenho opções para pessoas jurídicas e físicas. Consulte- nos sobre preços, produtos ou alguma dúvida. Terei o maior prazer em ajudar e aprender também! Procuro também por representação do segmento diretamente da indústria.

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quarta-feira, 27 de março de 2019

FEIRA PLASTICO BRASIL - 2019

Inscreva-se gratuitamente para visitar a Plástico Brasil 2019

Dê o primeiro passo para participar do evento mais importante do ano de 2019 para o setor do plástico!

São mais de 800 marcas nacionais e internacionais que apresentam seus lançamentos e novas tendências com as melhores soluções para o seu negócio. Além disso, preparamos mais de 80 horas de conteúdo exclusivo e relevante, que agrega conhecimento e qualificação profissional.
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Fabricantes de embalagens investem com projeção de melhora do consumo

As empresas de embalagens investem na capacidade de produção e buscam atender ao aumento da demanda por produtos de maior valor agregado – principalmente em alimentos – diante da perspectiva de melhora do consumo. “As expectativas são boas. O ano passado já não foi ruim, frente a realidade econômica do País. Para 2019, a perspectiva é melhor, principalmente em termos de cenário econômico e mercado”, afirma o diretor de negócios da Camargo Cia de Embalagens, Felipe Toledo. O principal segmento de atuação da empresa é a indústria alimentícia. “É um setor que tem ligação imediata com o aumento de consumo.”Em 2018, a empresa obteve crescimento de 14% no volume de produção. Para este ano, investiu em uma nova impressora, que irá entrar em operação no segundo semestre. A previsão é de que a capacidade produtiva terá um incremento de 20%. “Esse investimento é voltado para o serviço de acabamento, que a empresa não fazia. Faz parte de uma estratégia para abranger toda a cadeia e oferecer mais opções ao cliente”, explica.Toledo conta que o mercado tem demandado produtos não convencionais e de maior valor agregado. “A embalagem impacta o consumidor por várias razões, seja pelo design diferenciado, pela sua clareza nas informações sobre o produto, por sua praticidade de uso e até mesmo por serem ecologicamente corretas.”A Camargo espera atingir novos mercados, como o farmacêutico e o de cosméticos, e um 2019 de maior estabilidade em termos de custos. “Sofremos no último ano com a volatilidade muito alta do câmbio e das resinas usadas como matéria-prima”, conta Toledo.Ele destaca que a empresa tenta repassar os custos para preservar as margens, mas que isso costuma levar tempo. “Não é possível fazer o repasse no mesmo momento do impacto, sempre há um atraso.”O diretor da divisão de serviços da Tetra Pak para as Américas, Edison Kubo, declara que a companhia ampliou a operação da sua divisão de serviços — voltada para a oferta e desenvolvimento de soluções em unidades industriais — para atender qualquer empresa, mesmo aquelas que utilizam máquinas e embalagens fornecidas por concorrentes.De acordo com o executivo, a ideia é ganhar maior capilaridade e entrar em novos segmentos do mercado. “Trabalhamos para ampliar essa área para atender toda a indústria de alimentos e bebidas. Avançamos em nosso portfólio de componentes e soluções para linhas de produção, além de serviços de automação.”Kubo assinala que, em função da queda de mercado durante a crise, a ociosidade é alta na produção no segmento de bebidas e que os fabricantes têm colocado foco na redução de custos. “A partir desse ano, estamos vendo sinais positivos de alguns clientes, se preparando para um aquecimento da economia.” O executivo tem expectativa de que esse movimento de recuperação se consolide nos próximos meses. “Depende do cenário político e econômico, mas há perspectivas de novos negócios.” Ele afirma que, mesmo que a economia não cresça, a indústria tem demanda de serviços para melhorar seus equipamentos.Kubo projeta que a área de serviços tenha crescimento próximo a 10%. “A indústria tem essa necessidade de melhorar a eficiência e reduzir custos. O setor de serviços trouxe um crescimento considerável para a Tetra Pak.”Projeções De acordo com um estudo realizado pela consultoria Euromonitor para a Associação Brasileira de Embalagem (Abre), o valor bruto da produção de embalagens em 2018 movimentou um total de R$ 78,5 bilhões, alta de 10,4% em relação a 2017. A produção física cresceu 2,5% na mesma base. Já as exportações movimentaram US$ 573,3 milhões, um crescimento de 7% em relação a 2017.O estudo prevê recuperação para todas as indústrias de bens de consumo nos próximos anos, com efeitos positivos para as embalagens primárias (que ficam em contato direto com o produto), gerando crescimento médio anual de 1,6% até 2024, em volume, no canal varejo.
DCI - 25/03/2019

Termotécnica recicla EPS descartado pelas Escolas de Samba de SP

Por baixo das plumas e paetês que dão cor e forma para as alegorias de carros e fantasias das Escolas de Samba está o EPS – poliestireno expandido – (conhecido popularmente como isopor), por ser leve, fácil de ser esculpido, versátil e ergonômico. Material plástico, composto por 98% de ar, o EPS é 100% reciclável, mas muitas vezes é descartado incorretamente por falta de conhecimento. Pensando neste descarte, desde outubro do ano passado, a Termotécnica – empresa catarinense que é a maior recicladora de EPS do Brasil – firmou parceria com a Liga das Escolas de Samba de São Paulo. Para esta parceria, a expectativa é recolher e reciclar 30 toneladas do produto entre março e maio deste ano. Desde que a iniciativa começou já foram reciclados quase três toneladas de poliestireno expandido. O projeto faz parte do Programa Reciclar EPS, criado pela empresa em 2007 e que já deu um novo destino a mais de 40 mil toneladas do material – o equivalente a 1/3 de todo o poliestireno expandido reciclado no Brasil neste período. Com um ponto de coleta dentro do galpão da Liga das Escolas de Samba de São Paulo, a Termotécnica torna possível o descarte consciente do material e garante sua reciclabilidade e reaproveitamento pós-reciclagem. Por meio de uma máquina instalada na Liga, o EPS usado em fantasias e carros alegóricos passa por um processo que retira o ar, diminuindo seu volume para viabilizar a logística reversa até uma usina de reciclagem da Termotécnica. De lá, o material é transformado em PS (poliestireno) e segue para ser utilizado em novas aplicações. Programa Reciclar EPS O Programa Reciclar EPS gera cerca de 100 empregos diretos, conta com mais de 1,2 mil Pontos de Coleta e 300 cooperativas de reciclagem parceiras, o que impacta diretamente mais de cinco mil famílias. Após reciclado, o EPS volta para o mercado e é utilizado para a fabricação de itens como: régua escolar, solas de sapato, rodapés, molduras, entre outros.

ABRE - 25/03/2019

terça-feira, 19 de março de 2019

Não compra sem nota e nem com meia nota - Dai a César o que é de César e o imposto pertence ao Governo, como nos tempos antigos...

Saiba as consequências criminais da venda de produtos sem a emissão ou com meia nota fiscal

É notório que todo empresário sabe sobre a obrigatoriedade da emissão de nota fiscal no ato da venda de um determinado produto. Porém será que está ciente das consequências da não observância desse ato?
A emissão da nota fiscal é obrigatória, sendo uma forma de controle por parte dos órgãos fiscalizatórios e é através do monitoramento destas que se pode chegar ao crime de sonegação.
A Receita Federal tem como hábito rastrear operações, desde a emissão da nota fiscal de compra até o recebimento do produto ao destinatário final, principalmente através do SPED Fiscal e Contábil, inclusive com o monitoramento de estoques, compras de insumos, produção e venda da mercadoria. Esses programas são capazes de identificar e confrontar as declarações da empresa contra o extrato das administradoras financeiras, com o objetivo de identificar eventual fraude.
A venda de meia nota é um exemplo clássico de subfaturamento. Na prática, a empresa emite uma nota com metade do valor a ser faturado, sendo que a outra metade é paga pelo cliente por fora, o que alimenta o caixa 2.
Os órgãos fiscalizatórios podem detectar estas operações através de uma análise das origens dos depósitos bancários, podendo ter acesso as contas dos sócios, gestores, administradores e até mesmo parentes e terceiros.
Quando não há a emissão do documento fiscal ou a emissão com diferença entre o valor real e o declarado na NF, temos a caracterização de crime tributário na modalidade sonegação fiscal, tipificado na lei 8.137/90 no artigo 1º, inciso III:
“Constitui crime contra a ordem tributária suprimir ou reduzir tributo, ou contribuição social e qualquer acessório, mediante as seguintes condutas: falsificar ou alterar nota fiscal, fatura, duplicata, nota de venda, ou qualquer outro documento relativo à operação tributável;”
As principais ilegalidades que encontramos no dia-a-dia é a venda de mercadorias sem a emissão da nota fiscal pertinente à circulação destas mercadorias ou com o valor reduzido em 50% (meia nota), bem como a venda com a mesma nota fiscal para várias empresas (notas espelhadas ou ainda calçadas).
A lei estabelece como pena reclusão de 2 a 5 anos e multa, podendo o empresário não ficar preso se a condenação imposta não ultrapassar 04 anos e o agente preencher os requisitos subjetivos para receber o benefício, conforme o artigo 44 do Código Penal.
E mais, como na prática as empresas se utilizam deste método corriqueiramente, o empresário ainda pode ser enquadrado no crime continuado, isso por termos crimes da mesma espécie, nos mesmos lugares, circunstâncias e modo de execução semelhantes, o que por si só pode levar ao aumento da penal entre 1/6 a 2/3.
Muitos empresários usam a desculpa de que não tinham o conhecimento dessa prática, ou alegam que foi um equívoco interno, porém para a configuração de crime de sonegação fiscal não se exige a comprovação do dolo específico, bastando que a empresa omita ou insira elementos inexatos na nota fiscal com a finalidade de pagar menos imposto, não sendo necessário demonstrar a vontade de se obter vantagem indevida, mas sim auferindo-a.
Tivemos recentemente um caso de cliente que foi incurso no artigo 1º, incisos III e IV, da lei 8.137/90, ao cumprimento de 02 anos de reclusão, em regime aberto, bem como ao pagamento de 10 dias-multa. Como o empresário era réu primário foi substituída a pena privativa de liberdade por duas restritivas de direitos, consistentes na prestação de serviços à comunidade e na prestação pecuniária, no valor de 10 salários mínimos, em cestas básicas, em favor de entidades assistenciais.
Outro cliente, por sua vez, realizou inúmeras transações e emitiram notas fiscais a elas pertinentes, sem que estivessem autorizadas pelo posto fiscal. Dessa forma, visando suprimir tributo, confeccionaram notas não autorizadas pelo Fisco e os sócios foram condenados a 2 anos e 8 meses de reclusão, em regime inicial aberto, e 10 dias-multa. Como remédio estamos recorrendo ao Tribunal de Justiça.
Devemos alertar ainda que as empresas que se utilizam dessa artimanha poderão ter problemas na ordem cível, uma vez que, ao não recebem o efetivo pagamento, não existe juridicamente um meio para pleiteá-los. Além de que quando há o recebimento, a contabilidade terá dificuldades em dar entrada nos registros financeiros e contábeis integralmente, tendo sempre que criar uma alternativa “plano B” o que geralmente pode gerar um passivo tributário/criminal para a empresa.
No âmbito tributário também teremos problema. Quem fornece à Receita Federal espontaneamente depois de ter prestado informações falsas a fim de pagar menos tributos arcará com multa de 20% sobre o valor e mais juros moratórios. Porém, caso a emissão seja constatada pela fiscalização da autoridade fiscal, a multa pode chegar a 150% do valor sonegado, também acrescentados de juros.
Neste cenário, é fundamental que as empresas tenham um departamento penal e que saiba se interagir com o departamento tributário e o cível, dando segurança ao empresário no momento de tomar decisões e que no caso de já existir um problema, garanta a melhor solução.
Artigo de Rafael do Lago Salvador
__________*Rafael do Lago Salvador é sócio da área penal empresarial do Duarte e Tonetti Advogados Associados.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Basf fabrica produtos a partir de reciclagem química de plásticos

A BASF está lançando o projeto ChemCycling de reciclagem química de resíduos plásticos, resíduos que não são atualmente reciclados, como plásticos misturados ou contaminados. São plásticos de difícil reciclagem que dependendo do país acabam em aterros ou lixões ou incinerados para recuperação energética. A reciclagem química é um complemento inovador a outros processos de reciclagem e gestão de resíduos, e através de processos termoquímicos, esses plásticos podem ser utilizados para produzir gás de síntese ou óleo de pirólise. No caso da BASF, as matérias-primas recicladas resultantes podem ser usadas como insumos em sua produção, substituindo parcialmente os recursos fósseis. Com o projeto ChemCycling, a BASF fabricou de forma inédita produtos baseados em resíduos plásticos quimicamente reciclados, sendo, portanto, pioneira global no setor. Na etapa piloto, a BASF já está produzindo itens que incluem embalagem de laticínios, prateleiras para geladeira e painéis de isolamento térmico com dez clientes de diversos setores. Os produtos ChemCycling fornecidos pela BASF possuem exatamente as mesmas propriedades dos produtos de origem fóssil, por isso atendem aos padrões de alta qualidade e de higiene necessários para embalagens de alimentos. Como próximo passo, a BASF planeja disponibilizar comercialmente os primeiros produtos do projeto ChemCycling. No início da cadeia de produção, a BASF utiliza óleo advindo de resíduos plásticos por meio de um processo de pirólise como matéria-prima no sistema de produção Verbund (Complexo Químico). Durante o piloto, a BASF obtém a matéria-prima de seu parceiro Recenso GmbH, da Alemanha. Como alternativa, o gás de síntese, obtido a partir de resíduos plásticos, também pode ser usado. O primeiro lote deste óleo foi introduzido em outubro no steam cracker (coluna de craqueamento/fracionamento catalítico) da fábrica da BASF em Ludwigshafen. O steam cracker é o ponto de partida para a produção do Verbund. Ele quebra ou “craqueia” essa matéria-prima sob temperaturas de aproximadamente 850 graus Celsius. Os principais produtos resultantes do processo são o etileno e o propileno. Estes produtos químicos básicos são usados no Verbund para fabricar vários produtos químicos. Com a abordagem de balanço de massa, a parcela de matéria-prima reciclada pode ser atribuída matematicamente ao produto final e certificado por auditoria externa acreditada. Cada cliente pode se assegurar da porcentagem atribuída de material reciclado. A BASF está colaborando estreitamente com seus clientes e parceiros, que vão desde empresas de gestão de resíduos até fornecedores de tecnologia e fabricantes de embalagens, para estabelecer uma cadeia de valor circular.
ABRE - 28/01/2019

terça-feira, 30 de outubro de 2018

União Europeia proíbe descartáveis plásticos até 2021

Está aberta a contagem regressiva para descartáveis plásticos na União Europeia (UE). Resolução tomada em 23 de outubro pelos legisladores do mercado comum reunidos no Parlamento em Estrasburgo engrossou a pressão pelo banimento, até 2021, de artefatos plásticos de uso único, a exemplo de canudos, cotonetes, recipientes de poliestireno expandido (EPS) e embalagens contendo componentes oxidegradáveis, conforme noticia a agência Reuters. O rol dos descartáveis plásticos proscritos envolve produtos com alternativas já disponíveis e em sintonia com o ideário da sustentabilidade e economia circular. A decisão parlamentar também obriga os países integrantes da UE a reciclarem 90% das garrafas plásticas ali consumidas e os transformadores dessas embalagens deverão contribuir com verba para custear o manejo dos resíduos coletados e despachados para a reciclagem. Segundo foi divulgado, a UE hoje recicla em torno de 6 milhões das 25 milhões de toneladas de lixo plásticos que gera por ano. A decisão tomada com amplo apoio em Estrasburgo visa combater a poluição marinha e reflete, assinala a Reuters, preocupação com o fim da recuperação de sucata determinado pelo governo chinês e a impaciência de políticos e ativistas da UE com a tramitação de medidas em países emergentes para lidar de forma adequada com o refugo poluente. As normas finais da decisão da Comissão Europeia devem passar ainda pela aprovação dos países membros e, apesar de eventuais resistências, já é vista como a ansiada colocação em prática da retórica da sustentabilidade. “É a primeira estratégia no mundo a olhar por completo a questão dos plásticos na nossa economia” declarou para a Reuters Frans Timmermans, primeiro vice presidente da Comissão Europeia.Plásticos em Revista - 30/10/2018

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Cadeia do plástico registra avanço, mas matéria-prima desafia margens

Pressionada pela variação cambial e aumentos de matérias-primas, a indústria do plástico busca alternativas para melhorar suas margens. Exportações e investimentos em eficiência na linha de produção são algumas das soluções encontradas pelas empresas. “As principais matérias-primas possuem componentes importados ou, ainda que produzidas no Brasil, têm preços internacionais. O impacto é de 40% a 70% no valor total da produção e fazer o repasse de preço é extremamente difícil”, afirma o presidente da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco), Gilmar Lima. O dirigente afirma que em termos de volume, o desempenho do setor está sendo positivo. “Melhorou esse ano, deve crescer 9%, mas sobre uma base fraca e com margens apertadas. A indústria de transformação sofre mais, fica pressionada entre grandes fornecedores e clientes.”Na visão de Lima, as empresas têm que buscar exportar mais. “É preciso olhar para fora e buscar novos mercados para minimizar esses altos e baixos. Senão, vai ser sempre a mesma história. Essa instabilidade política vai existir em qualquer tempo.”Outra alternativa é investir em desenvolvimento de produtos. “O setor sempre tem que trabalhar nesse sentido, buscar materiais alternativos e investir em pesquisa e pessoas”, avalia Lima.A diretora da RadiciGroup no Brasil, Jane Campos, afirma que a matéria-prima tem um impacto de 70% no custo de produção. “Essa oscilação causa perdas cambiais, mas temos um controle rigoroso de margem. É muito difícil fazer o repasse, negociamos com o cliente.” A empresa italiana fabrica poliamidas, fibras sintéticas e materiais plásticos e fornece para o setor automotivo, de embalagens e elétrico. Entre 2017 e 2018, a empresa investiu R$ 13 milhões em sua unidade em Araçariguama (SP). “Expandimos a produção em 50%, atingindo cerca de 20 mil toneladas por ano. Crescemos 20% no ano passado e devemos crescer 10% em 2018”, prevê a executiva. Ela conta que nos últimos anos, o mercado como um todo diminuiu no Brasil e Radici ganhou participação de mercado. “Temos 18% de share. Hoje, temos quatro grandes empresas nesse segmento e sobraram poucas brasileiras pequenas, que devem se fortalecer atendendo à demanda de clientes pequenos.” Ele destaca que o setor automotivo vivia bom momento, mas perdeu ritmo pela queda de exportações para a Argentina. “O setor alimentício também vinha bem, caiu um pouco agora por questão de sazonalidade. Já o setor elétrico está em queda, devido ao momento da construção civil.” Consumo morno O diretor de reestruturação (CRO) do Grupo Jorge Zanatta, Leandro Buciani, revela que há um trabalho interno de redução de custos para minimizar os impactos do câmbio. “As margens estão pressionadas. O ano está sendo positivo em receita, mas é desafiador.”O grupo é composto por duas empresas: Imbralit, fabricante de telhas de fibrocimento e caixa d’água de plástico, e a Canguru, que atua no mercado de embalagens flexíveis. Ambas as companhias estão sediadas em Criciúma (SC). “Sentimos um mercado morno nas duas empresas, não é tudo que está andando. Crescemos por meio de investimento em marketing, inovação e novos produtos”, conta Buciani.De acordo com o executivo, a Canguru é mais impactada pelo aumento da matéria-prima. “A empresa sente diretamente o preço da resina e as indústrias não conseguem repassar. É preciso fazer um trabalho de recuperação de margem.” Na percepção de Buciani, o mercado está parado em função das eleições. “Os investidores estão esperando o que vai acontecer, qual será o norte do País. Na Canguru, fizemos pequenos investimentos nesse ano em modernização de máquinas, mas estamos aguardando 2019 para algo maior.” O grupo faturou R$ 146 milhões no primeiro semestre, 38% superior a igual período do ano passado. “A perspectiva é de faturamento bruto de R$ 350 milhões em 2018”, diz Buciani.
DCI - 22/10/2018

A Prefeitura de SP está fiscalizando e multando estabelecimentos através da nota fiscal Paulista


A Prefeitura-SP mandou para todos os contadores uma nota explicativa referente a obrigatoriedade do CARTAZ referente as empresas que emitem nota fiscal de serviço.

Tirei também o link onde deverá ser impresso o CARTAZ, ou se preferir estou mandando em arquivo PDF em anexo.
- O modelo do cartaz é definido pela Secretaria da Fazenda e encontra-se disponibilizado no endereço eletrônico

Após mudar rótulo por preço, cliente volta às marcas líderes

Caros, a reportagem abaixo, também se designa as embalagens.

Embora a crise tenha levado o consumidor a deixar de lado as marcas líderes de mercado, 66,2% dos consumidores estão voltando a consumir rótulos premium. O motivo principal é a comparação em termos de qualidade em relação aos itens que haviam sido trocados. A tendência foi apresentada em um levantamento realizado pelo Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de São Paulo (Sincovaga), que apontou que 69,6% dos consumidores entrevistados experimentaram outras marcas de produtos no supermercado, exceto as líderes, nos últimos seis meses. As categorias em que houve mais marcas substituídas foram higiene e limpeza (87,7%) e mercearia (65,8%), seguidas por laticínios (58,9%). O preço foi a maior motivação para essa mudança de hábito, na opinião de 84,5% dos consumidores.Essa tendência já era percebida na sondagem realizada pelo Sincovaga em fevereiro de 2016, quando 35,8% dos consumidores entrevistados afirmaram não se importar com marcas, mas sim com preços mais baixos, enquanto 27,5% informaram que tinham marcas de preferência, porém já haviam aberto mão delas em razão dos preços.Segundo o presidente do Sincovaga, Álvaro Furtado, a fidelização por preço baixo tem relação somente com a quantidade de dinheiro e possibilidade de compra dos consumidores. “O preço não é tão determinante quando a pessoa volta a ter dinheiro. A qualidade sempre vem na frente quando você tem dinheiro para pagar por ela”, afirmou ele ao DCI.No entanto, se o preço foi a maior motivação para a troca de marcas há pouco mais de um ano, agora é a qualidade de traz esse público de volta às marcas premium do mercado. Para 78,7% das pessoas ouvidas, a qualidade comprovadamente melhor desses itens foi a vantagem mais considerada, seguida por preço mais atraente (8,5%) – que pode evidenciar uma parceria maior entre o varejo e a indústria –, e o custo-benefício (6,4%).Sabendo disso, a Qualitá, marca própria do Grupo GPA, anunciou – como adiantado pela reportagem no dia 18 – o reposicionamento e inauguração de novas linhas, a fim de melhorar a qualidade e fidelizar o cliente. Segundo o diretor de marcas exclusivas do grupo, Wilhelm Kauth, o mercado brasileiro de rótulos próprios apostou, erroneamente, apenas no preço: “O custo é o pior motivador da compra que você pode ter com o consumidor, porque isso não o fideliza.”Frequência e promoções Ao mapear o comportamento do consumidor dentro das lojas, o Sincovaga aponta que boa parte do público pesquisa preços antes de ir às compras (66,7%), e usam folhetos (63,2%), internet (39,7%) e anúncios de TV (11,8%).A pesquisa consultou os consumidores em relação ao número de vezes em que realizam suas compras. A maioria (38,2%) afirmou ir uma vez por semana ao supermercado, seguidos por duas vezes por semana e uma vez por mês, ambas as opções com 24,5%, sendo que 12,7% vão mais de duas vezes na semana.Nesse sentido, adquirir apenas o que necessita para a semana foi a opção de 35,3% dos entrevistados, seguida pelo hábito de aproveitar promoções e planejar as compras para o mês, ambas as respostas com 26,5%, enquanto 11,8% adquirem apenas o que precisa para um ou dois dias.Em relação ao futuro da economia, 29,4% das pessoas acham que vai melhorar; 35,3% piorar e 35,3% ficar como está. Para Furtado, o pior da crise já passou e o estudo mostra isso: “No supermercado as pessoas estão voltando a gastar um pouco mais.”A pesquisa foi realizada em todas as regiões da capital paulista, de 4 a 6 de outubro. A maior parcela de respondentes têm renda familiar de 1 a 3 salários mínimos (33,3%), seguida pela faixa de 3 a 5 salários mínimos (26,5%), e de 5 a 10 salários mínimos (17,6%).
DCI - 23/10/2018

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Papel acoplado para frios - Lanches - Bolos





Copos com 3 compartimentos para sucos, granolas e frutas


Copos e Potes de isopor na Castropil Embalagens



Pote Retangular de 500ML PARA FREEZER E MICROONDAS


Sobre Blogueiro Elbison Borges

Sobre o Blogueiro.

Elbison Borges, com uma ampla experiencia em Embalagens Descartáveis a 16 anos, destes 10 anos como vendedor interno alcançando o segundo lugar outros 6 anos como Supervisor de Vendas atualmente como Marketing tenho investido na área comercial e gestão com Cursos livres.

Cursos Gerenciamento;

1.     Supervisão de Vendas (Senac)
2.     Aprendendo a empreender (Sebrae)
3.     Técnicas de fidelização (Senac)
4.     Ações Eficazes em Vendas ( Senac )
5.     Corel Draw, Photoshop e Tratamento de imagem (Senac), 
6.     Excel básico (Bradesco)
7.     Excel intermediário (Bradesco)
8.     Administração de Conflitos ( Senac )
9.     E-mail Marketing (Senac)
10. Técnicas de Liderança ( Senac )
11. Sei Empreender (Sebrae)
12. Sei Planejar (Sebrae)
13. Gestão de E-commerce 
14. Postura e Imagem Pessoal " Cursando"( Bradesco) 

Conhecimentos na área de Marketing e Publicidade.

Motivo do Blogger:

Este Blogger e direcionado a vendedores, representantes e clientes que utilizam e revende embalagens descartáveis.

Outro assunto que pretendo esta abordando e Planejamento em vendas, estarei destacando estratégias de vendas, compartilhando ideias entre outros assuntos.

A ideia e desenvolver um trabalho diferenciado com post diários sobre novidades do mercado e imagens das principais marcas.


Produtos de Limpeza, dispenser para Hotéis, bares, Restaurantes Shoppings com entrega rápida


Castropil - Castropiu a única Castropil verdadeira que tem respeito e dedicação aos nossos clientes !!




Lançamentos Galvanotek 2017


Galvanotek - Galvonotec Galvãnotec galvanotec golvontek golvanotex galvanotex galvanotec como procurar irá nos encontrar a maior e mais completa linha de termoformados do Brasil


Talheres reforçados descartável para carnes, churrascos ... garfo e faca preto Talheres Pesados - Super Reforçados

Já Pensou em um talher descartável altamente reforçado, bonito e elegante feito para cortar e comer delicias difícil de cortar? Pois é, já temos este talher em estilo americano que não quebra as pontas, não quebra ao meio e é extremamente nobre, com a elegância da cor preta.
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quarta-feira, 5 de setembro de 2018

PRODUÇÃO DE PLÁSTICO CRESCE 2,6% NO SEMESTRE

PRODUÇÃO DE PLÁSTICO CRESCE 2,6% NO SEMESTRE
A indústria de transformados plásticos cresceu 2,6% no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST). Os resultados foram influenciados positivamente pelo aquecimento de alguns setores, tais como automotivo (18,3%) e eletrônicos (18,2%), que fizeram o consumo aparente do material plástico crescer 3,7% ante ao acumulado de 2017. Para o ano, a ABIPLAST espera um crescimento de 2,5% na produção física, 2% dos empregos e de 4% no consumo aparente. Em junho, a produção física chegou a 10,7% maior que maio, quando sofreu queda de 8% em razão da greve dos caminhoneiros. Já na comparação com o mesmo mês de 2017, o setor registrou o resultado positivo de 1%. Já no que se refere à geração de empregos, apesar da criação de 2,7 mil novas vagas no acumulado do ano, o segmento teve queda de 8% ante ao mesmo período do ano anterior. Apesar dos números positivos a indústria plástica ainda não retomou o crescimento, assim como demais setores da economia. As incertezas do ambiente de negócios – tais como a volatilidade cambial e as eleições 2018 – e o alto custo de produção prejudicam a recuperação da indústria de transformados plásticos. Somente a matéria-prima registrou aumento que varia entre 10% a 20% dependendo do tipo de resina.
ABRE - 03/09/2018

sexta-feira, 16 de março de 2018

Embalagem para Colomba Pascoal

Embalagem especial para colomba , mouse familiar ou ovos de colher!


G34 E G34P fabricada pela melhor empresa de termo-formados do Brasil Galvanotek Embalagens.



terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Sugestão de refeição para Mini e Supermercados

Gigantes e redes regionais apostam no formato de proximidade para avançar sobre os mercadinhos independentes. Mas não é a primeira investida sobre esses concorrentes. Será que desta vez vai dar certo?

Não é de hoje que as grandes redes do varejo alimentar criam modelos de lojas para competir pelas pequenas compras realizadas em mercadinhos independentes, de até quatro checkouts, localizados dentro dos bairros. Apesar das tentativas, não se chegou a um formato que desse conta desses competidores. A aposta mais recente são as lojas de proximidade, que têm sido alvo dos gigantes do setor e também das cadeias regionais. Carrefour, GPA, Hirota e Super Nosso são algumas varejistas que estão investindo nesse novo formato. Para se ter uma ideia, o número de lojas de proximidade, operadas por redes estruturadas, subiu 55,5% entre janeiro de 2014 e agosto de 2017, alcançando 2.698 unidades, conforme a Nielsen. A dúvida é: esse novo modelo, cujo principal apelo é a conveniência, vai finalmente permitir aos maiores varejistas avançar sobre os pequenos supermercados independentes?
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Hirota food express Rede paulistana atrai clientes com área de alimentos prontos para consumo, que inclui pratos orientais, entre outros
“A loja de proximidade é uma opção interessante para os grandes conquistarem esse mercado”, acredita Rodrigo Catani, diretor de eficiência operacional da AGR Consultores. Para ele, os modelos anteriores eram basicamente versões menores dos grandes supermercados. Já o formato atual, afirma o consultor, em função do aprendizado das empresas, está mais adequado às necessidades dos consumidores. Para José Barral, conselheiro de empresas, que já foi executivo de redes importantes do varejo alimentar, hoje a vida nas grandes cidades está ainda mais agitada do que no passado. Por isso, as pessoas preferem realizar compras rápidas no caminho de casa ou perto do trabalho – e não apenas no bairro onde moram –, o que também favorece o avanço das lojas de proximidade de redes organizadas. Apesar do crescimento, Barral acredita que é cedo para concluir se essa nova investida das grandes cadeias será bem-sucedida. “Essas lojas estão num momento de expansão. É preciso acompanhar a evolução delas para ver qual será o resultado”, avalia.
https://www.sm.com.br/portal/principal/arquivos/imagens/20180112_negocios_carrefour_express_materia.jpg
Carrefour express Especialistas apontam que as lojas da bandeira têm um bom mix de conveniência, que atende compras rápidas
Pontos fortes e melhorias
José Barral ressalta que o formato apresenta pontos a favor, mas também de melhoria. No caso das lojas independentes, as vantagens já são bem conhecidas, como a menor complexidade de operação e a presença do dono à frente do negócio. Já a favor das unidades operadas pelas grandes redes pesam o reconhecimento da marca e a experiência na gestão dos fornecedores e da cadeia de abastecimento, como indica estudo da consultoria BCG. O levantamento também identificou os principais desafios das unidades de proximidade, como a melhor definição das categorias mais críticas para o formato. Um exemplo, apontado no estudo, é o do segmento de lanches e refeições prontas para consumo, que é menos explorado por supermercados tradicionais e hipermercados. A inclusão desses itens se justifica porque muitas filiais de proximidade também estão localizadas em áreas de grande fluxo de consumidores, onde há procura por alimentação rápida. É o que acontece, por exemplo, com lojas da bandeira Hirota Food Express, que ficam em avenidas movimentadas e shopping centers da capital paulista. “A rede conta com uma central de produção de refeições que abastece tanto as unidades pequenas quanto os supermercados maiores”, explica Heitor Carrera, sócio do BCG. Outro motivo para introduzir esses alimentos no formato de proximidade é que, devido ao maior valor agregado, ajudam a aumentar a rentabilidade/m2.
Há ainda outros desafios grandes para as lojas de proximidade, como escala e logística. É preciso ter um grande número de lojas para reduzir custos de abastecimento e tornar o negócio viável. Como exemplo, o executivo cita a Oxxo, que opera lojas do formato no México. “Lá, se você pergunta onde fica a Oxxo mais perto, qualquer um sabe responder”, afirma. A varejista tem mais de 15 mil lojas e inaugura uma filial a cada oito horas, em média. “No Brasil, mesmo o Carrefour Express, que tem sido alvo de investimentos constantes, tem pouco mais de 100 unidades em São Paulo”, compara.
Apesar da baixa penetração, José Barral, conselheiro de empresas, acredita que a bandeira do Carrefour tem um bom mix de conveniência e que sua proposta é mais interessante do que a do Minuto Pão de Açúcar, do GPA.
Já no caso das lojas independentes, a falta de competitividade de preços continua sendo uma das maiores dificuldades. Segundo Carrera, essa situação tem se acentuado nos últimos anos em função do maior cerco do Fisco. “Boa parte das vendas dessas lojas atualmente é feita com cartões, o que permite à Receita cruzar dados”, explica. Por conta de todos esses desafios, enfrentados pelas grandes redes e pelas independentes, o executivo avalia que existe uma lacuna ainda não preenchida no segmento. “Ninguém hoje atende plenamente a expectativa de compra de conveniência do consumidor”, ressalta. Isso abre espaço, inclusive, para a entrada de operadores internacionais, com capacidade de investimento para expandir rapidamente. Ou seja, o formato ainda tem um longo caminho de amadurecimento pela frente.
Pesquisa da consultoria BCG identificou que os consumidores aceitam preços maiores nas unidades de proximidade e sortimento enxuto. Mas querem entrar e sair rápido da loja
Proximidade avança
As lojas do formato, operadas por redes supermercadistas, cresceram significativamente entre janeiro de 2014 e agosto de 2017
55,5% alta no número de lojas de proximidade no período operadas por redes estruturadas
2.698 unidades é o total de filiais do formato que essas cadeias operam
60 mil lojas independentes de até quatro checkouts atuam em todo o País
Cuidados para quem opera lojas de proximidade
Segundo a AGR Consultores, esses são os pontos mais críticos para o formato
Logística
O formato não possui áreas grandes de retaguarda e de estoque, o que muda o modelo de abastecimento, como frequência de entrega e fracionamento de mercadorias no CD
Sortimento
Apesar de ter havido melhora, ainda há ajustes a serem feitos. Uma área que deve ser mais bem explorada nessas lojas é a “grab-and-go”, que oferece alimentos prontos para serem consumidos no caminho de casa ou no trabalho
Preço
É importante ficar atento para não exagerar nos preços dos itens mais usuais. A ideia é não assustar o consumidor e desestimular sua volta
Pessoas
O ideal é que a equipe seja multifuncional, pois há questões relacionadas a escalas, folgas e horários de pico. Nessas lojas, o que mais conta para o consumidor é a conveniência e rapidez da compra

Tecnologia
Esse ponto é importante para ajudar na tomada de decisão, seja na compra de produtos para abastecer a loja ou nas entregas do CD ou do fornecedor 

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Como calcular a quantidade de sacos ou sacolas que vendemos por quilos

O Vídeo explica como fazer o cálculo para identificar a quantidade
por exemplo de sacos plásticos em pacote com 5 Kilos.
Este cálculo serve para todos os produtos que tenham comprimento largura e o mais importante espessura.
Espessura de sacos plásticos ou similares, podem ocorrer variações, por tanto os resultados são aproximados.
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